O FUTEBOL NO CRI

O futebol no CRI tem a sua génese nas diversas equipas de futebol que existiram em Alhos Vedros, nos anos quarenta, e que se foram integrando na colectividade.

O “Graça”, o “Bonfim”, e o “União” foram algumas das equipas que se extinguiram, agregando-se, depois, no CRI. Naquele tempo jogava-se no campo da Caldeira. A cabana do sal funcionava como balneário.

Mais tarde, os “Negaças”, equipa fundada em meados dos anos sessenta, também foi decisiva para a consolidação do futebol como modalidade desportiva no CRI.

Antes de ter o seu campo no Parque de Jogos S.Lourenço, os jogos foram disputados durante muitos anos no Campo da Forca (actual Bairro Gouveia). Por negligência de uma direcção na altura o uso do Campo foi perdido a favor do seu proprietário.

As primeiras instalações do Campo da Forca foram umas barracas, construídas com trabalho voluntário dos sócios. Mais tarde fizeram balneários em tijolo e cimento e instalaram um depósito de água, abastecido por um poço.

Em 10 de Maio de 1975 o Clube Recreio e Instrução ocupa o terreno onde construirá o Parque de Jogos S.Lourenço. Permanecerá nesse campo até 1997, altura em que os proprietários reclamam o uso do terreno. Sem campo de futebol e sem meios, o CRI é obrigado a desistir de alguns escalões federados, mantendo, no entanto, os juniores, que receberam na época 97/98 a taça de disciplina da Associação de Futebol de Setúbal.

Ao mesmo tempo que se depara com dificuldades logísticas inerentes à falta de campo, jogando em campos emprestados por outros clubes, o CRI desenvolve também um projecto ambicioso: Construir o seu próprio complexo desportivo.

O terreno para a instalação do novo campo foi cedido, em direito de superfície, pela Câmara Municipal da Moita. 14.000 metros quadrados, no Bairro Gouveia. 

Ao longo dos anos o CRI foi especificando a sua área de intervenção, tornando-se o futebol a vocação principal. Na competição federada o CRI já chegou a concorrer em todos os escalões.

Produtor de grandes talentos o CRI perde, normalmente, os seus atletas de valor para clubes de outras posses e de outra dimensão. Desde que o futebol foi dinamizado na colectividade, já saíram jogadores para o Belenenses, Benfica, Sporting, Barreirense, entre outros.

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